Durante o Regime Militar, não existia a liberdade de expressão que gozamos hoje. Brasileiros engajados na luta para o fim do regime de exceção recorreram entre outras estratégias, para o uso de um famoso jornal intitulado: O PASQUIM, que clandestinamente e anonimamente denunciava os abusos autoritários do Regime Militar e propunha uma sociedade democrática, pelos menos politicamente, para o Brasil.
Devido ao fato de que a versão do mundo dominante é a versão de quem tem o poder político e econômico, o senso comum, até hoje continua dando a expressão “pasquim” um sentido pejorativo, negativo. Porém, este sentido negativo era somente para aqueles que dominavam o estado brasileiro pela forças militar. Este sentido negativo da expressão “pasquim” para as classes que impuseram o Regime Militar, acabou sendo incorporada ao senso comum até aos nossos dias.
Recentemente em nossa cidade foi lançado, mais uma vez, um “pasquim” que tem o sentido acima explicitado, que viola criminosamente o direito a privacidade do cidadão. Mesmo que os fatos hediondos e vis que foram relatados fossem verdadeiros, o que na sua maioria não o são! A disposição de escrever tais idiotices, não contribui em nada para a politização do nosso povo. A forma mentirosa, caluniosa e perversamente cruel com que a privacidade dos cidadãos que detém a direção política da cidade foi atacada, deve ser repudiada por todo o povo de Esplanada! Porque qualquer um que um dia se colocar na condição de representante através de votos e impostos da “coisa” pública, poderá passar por esta inconveniência criminosa de quem elabora estes abomináveis “pasquins”. Até mesmo quem participou ou se alegrou com o lançamento de tais “pasquins”, um dia por ironia, poderá ser objeto de um deles.
O escritor que vos fala, só tem a pretensão de contribuir um pouco para o estímulo a leitura e a reflexão dos seus leitores a respeito do cotidiano, do social e do político da cidade que o acolheu e já reside há uns bons anos.
Não pretende que nos “ensaios” que escreve ─ como um colega e professor bondosamente os definiu ─ seja comparado em intenção e forma com o “pasquim” de péssimo conteúdo, que foi colocado na rua de maneira anônima.
São assumidos pelo autor, todos os “ensaios” publicados, colocando o nome, às vezes, até foto, além do Email e Orkut do mesmo nome. Como abaixo será assinado este texto.
Existem maneiras mais inteligentes, democráticas e respeitosas de se questionar a aqueles que nos representam. Não é porque muitas vezes a dominação econômica, ideológica e administrativa de uma classe não é ética, que quem luta pela melhoria das condições de vida da população, tenha que fazer o mesmo. A irracionalidade inconseqüente de quem produz estes “pasquins” não contribui em nada para o aprimoramento da nossa jovem democracia.
Mesmo no clima de paixão que envolve uma eleição não se justifica esta abordagem imbecil da vida privada das pessoas. Além de não caber “pasquins” pejorativos, não cabem também os “UI, UI, UIS!” e os “DO OUTRO LADO É DESESPERO!” repetidos até a exaustão pelos carros de som durante a última eleição pelos políticos que infelizmente ainda dominam o cenário eleitoral local, desperdiçando recursos públicos, com bordões vazios como estes. Estimulando o emocional, a paixão e a irracionalidade do eleitor, como se escolher um governante fosse torcer por um time de futebol! O que efetivamente não o é.
Uma eleição deve ser usada para politizar o eleitor. Para através de um programa de rádio, ou em plena praça pública, participar de um debate entre candidatos que discutam os problemas da cidade, tais como: o desemprego, o meio ambiente, a educação, as saúde, a política de habitação, o trato emergencial da fome, a questão das drogas, a segurança, a marginalidade, etc. Em vez disto, a eleição se torna neste país inteiro, um palco de negociatas de currais eleitorais, de venda de apoios e uso abusivo do poder econômico para impor um candidato com assistencialismos ocasionais meramente eleitoreiros, daqueles que se aproveitam da pobreza econômica e ideológica imposta pelas classes dirigentes ao povo brasileiro.
Portanto, o uso de “pasquins” como tentativo de denegrir gratuitamente a imagem dos cidadãos de Esplanada e deste país, deve ser dispensado pela população local.
Até porque, a classe dirigente eleita de forma legal e democrática, deve ser questionada na sua ação enquanto representantes legítimos dos impostos e votos colocados em suas mãos pela população que a elegeu.
Professor Ari, O Iconoclasta (comentários favoráveis ou não enviar para o Orkut e Email de mesmo nome: arivaldodesouzadantas101@gmail.com)
REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO SOCIAL, POLÍTICO E DE COSTUMES DA CIDADE EM QUE VIVO (ESPLANADA) COM EXTENSÃO A OUTRAS REALIDADES E O TRATO FILOSÓFICO E HISTÓRICO DO QUE É HUMANO NO PARTICULAR E NO UNIVERSAL.
sábado, 10 de julho de 2010
O SISTEMA É BRUTO?
O senso comum de vez em quando torna moda o uso de certos clichês na leitura do mundo. Estes lugares comuns carregam em si uma visão imediata e distorcida da realidade. Normalmente favorece a aceitação da desigualdade como algo natural, principalmente para as classes desprovidas de renda, de informação e de poder.
A expressão “O SISTEMA É BRUTO”, virou moeda corrente na boca de todo o povo, através do programa da NA MIRA que é exibido para todo o estado da Bahia. Radialistas locais e toda a população também fazem uso freqüente desta expressão.
Como toda expressão do senso comum, contém várias distorções, porque através dela, ocultamos da dominação ideológica de um povo. A primeira distorção nasce porque o termo SISTEMA, generaliza o termo BRUTO. O termo SISTEMA é colocado como fosse uma força estranha, alheia a todos nós. Um poder sem origem definida e explicação. Como se fosse um DEUS. Como se fosse algo poderoso e que precisamos de tempo e paciência superar e que é muito difícil de lutar. A velha e conveniente mania da mente humana de sempre colocar a felicidade, a transformação para futuro. Por isto mesmo que nunca chegam. Entretanto, esta generalidade contida na expressão SISTEMA, serve apenas para esconder o fato de que o SISTEMA é feito e reproduzido por pessoas, por seres humanos que vivem em sociedade. Portanto BRUTO, não é o SISTEMA, BRUTAS são as pessoas que vivem no SISTEMA, e o tornam BRUTO.
O SISTEMA então é feito por pessoas que muitas vezes, não são BRUTAS, porque querem. A visão de mundo baseada apenas no interesse material imposta por quem manda e que favorece a quem domina, acaba por torna-lo também vítima da própria IDEOLOGIA que nasce das relações de exploração do homem sobre o homem.
Aqueles que quiserem superar este SISTEMA BRUTO, não podem usar a BRUTALIDADE para vencê-lo, porque assim, estará reproduzindo a própria BRUTALIDADE que combate. É possível que Jesus tenha dito a mesma coisa com estas palavras: AMAI O VOSSO INIMIGO!
As classes oprimidas têm este duplo papel. Primeiro saber que é oprimido. Segundo propor sua própria libertação, sem ter que usar as armas que o seu opressor usou para oprimi-lo e explora-lo. Se chegarem a se legitimar no poder executivo ou legislativo, não reproduzirem tudo aquilo, que com tanta consciência e tanta paixão, paixão lutaram.
A expressão SISTEMA, também pode usada para se referir ao modelo político e administrativo proposto pela democracia burguesa e relações de produção no mundo público e privado, que dividem o mundo em proprietários e não-proprietários da informação, da riqueza e do poder.
O sistemático uso desta expressão generalizante: O SISTEMA É BRUTO, tem a função de nos dar um sentimento de impotência e distanciamento, diante da nossa responsabilidade espiritual e social de transformar este mundo num lugar mais digno e justo de viver. Num lugar em quer a gente não se brutalize na ânsia cínica e inconseqüente de somente defender apenas nossos próprios interesses. Muito a usam a usam para atacar o SISTEMA BRUTO, quando na verdade está criando e reproduzindo, por ignorância a própria BRUTALIDADE DO SISTEMA. Muitos atacam a BRUTALIDADE DO SISTEMA, por ironia, usando a própria BRUTALIDADE que diz estar combatendo.
No SISTEMA BRUTO, criado e reproduzido por pessoas BRUTAS, não há espaço para o amor, para a cooperação. A mentira é o principal instrumento para que o oprimido aceite a sua condição. Não foi à toa que Jesus disse que: “O DIABO É O PAI DA MENTIRA”!
A ética não é o apanágio das pessoas mais humildes. A romântica idealização das camadas mais pobres é enganosa. Nem a ética e o bom senso pertencem somente ao pobre, e nem tampouco o cinismo, é exclusividade das classes mais favorecidas. À afirmação de muitos de que a manutenção ou a busca de interesses econômicos e poder político, fazem mal ao caráter de homem, pode-se contrapor a máxima de Jesus que NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM!
O SISTEMA É BRUTO, não é porque determinada classe social é BRUTA, ou seja, porque os políticos, os ricos, são BRUTOS. O SISTEMA É BRUTO, porque todos nós, pobres ou ricos, o fazemos ser bruto nas relações que estabelecemos em nosso cotidiano. Nós brutalizamos o sistema em todos os espaços de convivência social. Em casa, na rua, no trabalho, na prefeitura, na assembléia, no congresso nacional, nos quartéis, no campo. Enfim, onde existe o humano, o social, a desigualdade no saber, no ter e no poder ali estará presente também a BRUTALIDADE. Não podemos aliviar nossas consciências achando que só é bruto o outro. O outro que detém algum tipo de poder. De alguma forma, em nossos pensamentos e ações, somos todos cúmplices na construção e reprodução da brutalidade social que rege todo este planeta. Graças a Deus! Que a capacidade de se colocar no lugar do próximo que sofre, ainda existe no coração de muitos! As palavras de conforto e fé de Jesus, relatadas no Evangelho Místico de São João deve sempre habitar nossos corações: “NESTE MUNDO (BRUTO) TEREIS AFLIÇÕES, MAS TENDE BOM ÂNIMO, EU VENCI O MUNDO(A BRUTALIDADE)".
Professor Ari, O Iconoclasta (Enviar comentários contrários ou favoráveis para o Orkut e Email: arivaldodesouzadantas101@gmail.com)
A expressão “O SISTEMA É BRUTO”, virou moeda corrente na boca de todo o povo, através do programa da NA MIRA que é exibido para todo o estado da Bahia. Radialistas locais e toda a população também fazem uso freqüente desta expressão.
Como toda expressão do senso comum, contém várias distorções, porque através dela, ocultamos da dominação ideológica de um povo. A primeira distorção nasce porque o termo SISTEMA, generaliza o termo BRUTO. O termo SISTEMA é colocado como fosse uma força estranha, alheia a todos nós. Um poder sem origem definida e explicação. Como se fosse um DEUS. Como se fosse algo poderoso e que precisamos de tempo e paciência superar e que é muito difícil de lutar. A velha e conveniente mania da mente humana de sempre colocar a felicidade, a transformação para futuro. Por isto mesmo que nunca chegam. Entretanto, esta generalidade contida na expressão SISTEMA, serve apenas para esconder o fato de que o SISTEMA é feito e reproduzido por pessoas, por seres humanos que vivem em sociedade. Portanto BRUTO, não é o SISTEMA, BRUTAS são as pessoas que vivem no SISTEMA, e o tornam BRUTO.
O SISTEMA então é feito por pessoas que muitas vezes, não são BRUTAS, porque querem. A visão de mundo baseada apenas no interesse material imposta por quem manda e que favorece a quem domina, acaba por torna-lo também vítima da própria IDEOLOGIA que nasce das relações de exploração do homem sobre o homem.
Aqueles que quiserem superar este SISTEMA BRUTO, não podem usar a BRUTALIDADE para vencê-lo, porque assim, estará reproduzindo a própria BRUTALIDADE que combate. É possível que Jesus tenha dito a mesma coisa com estas palavras: AMAI O VOSSO INIMIGO!
As classes oprimidas têm este duplo papel. Primeiro saber que é oprimido. Segundo propor sua própria libertação, sem ter que usar as armas que o seu opressor usou para oprimi-lo e explora-lo. Se chegarem a se legitimar no poder executivo ou legislativo, não reproduzirem tudo aquilo, que com tanta consciência e tanta paixão, paixão lutaram.
A expressão SISTEMA, também pode usada para se referir ao modelo político e administrativo proposto pela democracia burguesa e relações de produção no mundo público e privado, que dividem o mundo em proprietários e não-proprietários da informação, da riqueza e do poder.
O sistemático uso desta expressão generalizante: O SISTEMA É BRUTO, tem a função de nos dar um sentimento de impotência e distanciamento, diante da nossa responsabilidade espiritual e social de transformar este mundo num lugar mais digno e justo de viver. Num lugar em quer a gente não se brutalize na ânsia cínica e inconseqüente de somente defender apenas nossos próprios interesses. Muito a usam a usam para atacar o SISTEMA BRUTO, quando na verdade está criando e reproduzindo, por ignorância a própria BRUTALIDADE DO SISTEMA. Muitos atacam a BRUTALIDADE DO SISTEMA, por ironia, usando a própria BRUTALIDADE que diz estar combatendo.
No SISTEMA BRUTO, criado e reproduzido por pessoas BRUTAS, não há espaço para o amor, para a cooperação. A mentira é o principal instrumento para que o oprimido aceite a sua condição. Não foi à toa que Jesus disse que: “O DIABO É O PAI DA MENTIRA”!
A ética não é o apanágio das pessoas mais humildes. A romântica idealização das camadas mais pobres é enganosa. Nem a ética e o bom senso pertencem somente ao pobre, e nem tampouco o cinismo, é exclusividade das classes mais favorecidas. À afirmação de muitos de que a manutenção ou a busca de interesses econômicos e poder político, fazem mal ao caráter de homem, pode-se contrapor a máxima de Jesus que NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM!
O SISTEMA É BRUTO, não é porque determinada classe social é BRUTA, ou seja, porque os políticos, os ricos, são BRUTOS. O SISTEMA É BRUTO, porque todos nós, pobres ou ricos, o fazemos ser bruto nas relações que estabelecemos em nosso cotidiano. Nós brutalizamos o sistema em todos os espaços de convivência social. Em casa, na rua, no trabalho, na prefeitura, na assembléia, no congresso nacional, nos quartéis, no campo. Enfim, onde existe o humano, o social, a desigualdade no saber, no ter e no poder ali estará presente também a BRUTALIDADE. Não podemos aliviar nossas consciências achando que só é bruto o outro. O outro que detém algum tipo de poder. De alguma forma, em nossos pensamentos e ações, somos todos cúmplices na construção e reprodução da brutalidade social que rege todo este planeta. Graças a Deus! Que a capacidade de se colocar no lugar do próximo que sofre, ainda existe no coração de muitos! As palavras de conforto e fé de Jesus, relatadas no Evangelho Místico de São João deve sempre habitar nossos corações: “NESTE MUNDO (BRUTO) TEREIS AFLIÇÕES, MAS TENDE BOM ÂNIMO, EU VENCI O MUNDO(A BRUTALIDADE)".
Professor Ari, O Iconoclasta (Enviar comentários contrários ou favoráveis para o Orkut e Email: arivaldodesouzadantas101@gmail.com)
O PÚBLICO E O PRIVADO
A democracia e uma forma de convivência entre as pessoas, onde determinado grupo, através de votos e impostos, administra a “coisa” pública.
Com o fim do absolutismo e a imposição da democracia burguesa, se estabeleceu a proposta constitucionalista. Não mais o rei vai administrar, julgar e legislar. Um governo eleito pelo povo será responsável pelo executivo, um corpo de juízes executará a lei e uma câmara fará a legislação em todos os níveis do poder.
É neste momento que o cidadão que elegeu seu representante através do sufrágio universal, ou seja, todo cidadão independente de cor, religião, renda, classe social ou ideologia etc., terá o sacro santo direito de eleger seu candidato para representá-lo na administração do estado, que é sustentado com os recursos vindos dos impostos descontados da renda dos cidadãos. (Leia-se empresários e trabalhadores).
Portanto, qualquer cidadão dentro do regime democrático pode livremente emitir sua opinião, elogiando quando acertar e criticando quando errar, aqueles que foram eleitos para administrar o que é público.
Quando o indivíduo se coloca como representante do que é público, tem que estar preparado para não transformar críticas e/ou elogios que recebe como algo pessoal. Quando um cidadão critica seus representantes não está criticando a pessoa, o indivíduo, o ser humano, sua subjetividade inviolável. Sua vida pessoa, orientação sexual, ou qualquer coisa da sua vida privada, deve ser deixada de lado, deste que não atinja o que público e que não conspire contra os direitos do povo. O cidadão tem o direito constitucional de manifestar sua opinião a favor ou contra, a qualquer um, que detenha em suas mãos, os votos e os impostos do povo.
As críticas feitas de forma respeitosa e democrática devem ser bem vindas para qualquer governante. Muito mais perigoso para um governante é o galanteio, o elogio falso, daqueles que só querem receber os favores de quem administra a “coisa” pública. Aquele tem a vocação, por ignorância ou opção, de aderir acriticamente a quem o governa, pode desvirtuar qualquer governante. Dão a quem governa uma ilusão de consenso e harmonia entre o povo e o governante, que é totalmente mentirosa e enganosa.
Revanchismos gratuitos e perseguições imbecis e autoritárias, já não cabem no mundo de hoje. Assim como o povo deve respeitar as leis da Constituição burguesa, também, quem foi eleito para administrar o estado deve respeitar qualquer cidadão que manifesta livremente o soberano e livre direito de livre expressão, dentro da regra do jogo democrático burguês. Quem não for capaz de respeitar a Constituição, não se coloque jamais na condição de representante daquilo que pertence ao povo, que transfere para a entidade chamada estado, seus votos e seus impostos.
Um estadista sábio ouve as críticas que lhe são feitas. Elas podem servir de timão, de direção, até mesmo para o próprio governante que quer se perpetuar no poder que tanto ama. Dizem por aí que: “Eu amo Esplanada!”.
Este grupo político dominante atualmente em Esplanada, começar agora a completar, através do Sr. Diolando, um ciclo de doze anos, está incorrendo num erro comum daquele que têm sucesso naquilo que se propõe fazer. Afinal, vencer uma eleição, no princípio sem nenhum recurso, ganhar o secundo mandado consecutivo, e ainda fazer um sucessor que não tinha nenhuma trajetória política, é uma obra eleitoreira grandiosa. Porém, o orgulho, a jactância, a vaidade e a subestimação dos adversários políticos, pode se tornar um erro difícil de consertar, e o projeto de domínio político de Esplanada poderá cair por água abaixo.
Um consenso democrático se constrói com efetiva divisão social da renda, para as classes mais carentes, para a classe média rural e urbana, que junto com os trabalhadores, são os que dinamizam a economia. Manipular pagamento de fornecedores, oferecer cestas básicas através dos meios de comunicação, dizer que com ações medíocres está ajudando a acabar com a fome dos “pequeninos”, poderá não servir para criar o consenso necessário para a manutenção deste grupo no poder de Esplanada.
Um grupo que manipula até mesmo seus eleitores que têm mais renda e são mais esclarecidos politicamente, pode estar esgotando este modelo perverso de administração. Apesar de levemente superior, ao seu principalmente adversário eleitoral, este grupo possui defeitos estruturais gravíssimos que a sociedade civil esplanadense pode não mais aturar e propor tranquilamente o descarte do poder deste grupo e propor algo totalmente novo!
Parafraseando uma música de campanha filantrópica da década de 80 que a rede “BOBO” tanto tocou: “DEPENDE DE NÓS!”
Professor Ari, o Iconoclasta (enviar comentários democraticamente a favor ou contra para o Orkut e Email: arivaldodesouzadanta101@gmail.com)
Com o fim do absolutismo e a imposição da democracia burguesa, se estabeleceu a proposta constitucionalista. Não mais o rei vai administrar, julgar e legislar. Um governo eleito pelo povo será responsável pelo executivo, um corpo de juízes executará a lei e uma câmara fará a legislação em todos os níveis do poder.
É neste momento que o cidadão que elegeu seu representante através do sufrágio universal, ou seja, todo cidadão independente de cor, religião, renda, classe social ou ideologia etc., terá o sacro santo direito de eleger seu candidato para representá-lo na administração do estado, que é sustentado com os recursos vindos dos impostos descontados da renda dos cidadãos. (Leia-se empresários e trabalhadores).
Portanto, qualquer cidadão dentro do regime democrático pode livremente emitir sua opinião, elogiando quando acertar e criticando quando errar, aqueles que foram eleitos para administrar o que é público.
Quando o indivíduo se coloca como representante do que é público, tem que estar preparado para não transformar críticas e/ou elogios que recebe como algo pessoal. Quando um cidadão critica seus representantes não está criticando a pessoa, o indivíduo, o ser humano, sua subjetividade inviolável. Sua vida pessoa, orientação sexual, ou qualquer coisa da sua vida privada, deve ser deixada de lado, deste que não atinja o que público e que não conspire contra os direitos do povo. O cidadão tem o direito constitucional de manifestar sua opinião a favor ou contra, a qualquer um, que detenha em suas mãos, os votos e os impostos do povo.
As críticas feitas de forma respeitosa e democrática devem ser bem vindas para qualquer governante. Muito mais perigoso para um governante é o galanteio, o elogio falso, daqueles que só querem receber os favores de quem administra a “coisa” pública. Aquele tem a vocação, por ignorância ou opção, de aderir acriticamente a quem o governa, pode desvirtuar qualquer governante. Dão a quem governa uma ilusão de consenso e harmonia entre o povo e o governante, que é totalmente mentirosa e enganosa.
Revanchismos gratuitos e perseguições imbecis e autoritárias, já não cabem no mundo de hoje. Assim como o povo deve respeitar as leis da Constituição burguesa, também, quem foi eleito para administrar o estado deve respeitar qualquer cidadão que manifesta livremente o soberano e livre direito de livre expressão, dentro da regra do jogo democrático burguês. Quem não for capaz de respeitar a Constituição, não se coloque jamais na condição de representante daquilo que pertence ao povo, que transfere para a entidade chamada estado, seus votos e seus impostos.
Um estadista sábio ouve as críticas que lhe são feitas. Elas podem servir de timão, de direção, até mesmo para o próprio governante que quer se perpetuar no poder que tanto ama. Dizem por aí que: “Eu amo Esplanada!”.
Este grupo político dominante atualmente em Esplanada, começar agora a completar, através do Sr. Diolando, um ciclo de doze anos, está incorrendo num erro comum daquele que têm sucesso naquilo que se propõe fazer. Afinal, vencer uma eleição, no princípio sem nenhum recurso, ganhar o secundo mandado consecutivo, e ainda fazer um sucessor que não tinha nenhuma trajetória política, é uma obra eleitoreira grandiosa. Porém, o orgulho, a jactância, a vaidade e a subestimação dos adversários políticos, pode se tornar um erro difícil de consertar, e o projeto de domínio político de Esplanada poderá cair por água abaixo.
Um consenso democrático se constrói com efetiva divisão social da renda, para as classes mais carentes, para a classe média rural e urbana, que junto com os trabalhadores, são os que dinamizam a economia. Manipular pagamento de fornecedores, oferecer cestas básicas através dos meios de comunicação, dizer que com ações medíocres está ajudando a acabar com a fome dos “pequeninos”, poderá não servir para criar o consenso necessário para a manutenção deste grupo no poder de Esplanada.
Um grupo que manipula até mesmo seus eleitores que têm mais renda e são mais esclarecidos politicamente, pode estar esgotando este modelo perverso de administração. Apesar de levemente superior, ao seu principalmente adversário eleitoral, este grupo possui defeitos estruturais gravíssimos que a sociedade civil esplanadense pode não mais aturar e propor tranquilamente o descarte do poder deste grupo e propor algo totalmente novo!
Parafraseando uma música de campanha filantrópica da década de 80 que a rede “BOBO” tanto tocou: “DEPENDE DE NÓS!”
Professor Ari, o Iconoclasta (enviar comentários democraticamente a favor ou contra para o Orkut e Email: arivaldodesouzadanta101@gmail.com)
O PAI NOSSO DOS POLÍTICOS LOCAIS
Pai Nosso Que Estais No Céu
Será Que Temos Tem Santificado O Vosso Nome?
Temos Usado O Dinheiro Público Para A Instalação Do Seu Reino Na Terra?
E A Sua Vontade Tem Sido Feita
No Reino Dos Céus E No Seu Reino Em Esplanada?
O Pão Nosso Não demos com Geração De Empregos
Mas Com As Cestas Básicas E Feiras Semanais?
Perdoai Senhor Porque Foram Muitas As Ofensas A Ti Em Oito Nove Anos De Governo!
Infelizmente Não Temos Perdoado Os Nossos Inimigos
Usamos De Todos Os Meios Pra Nos Manter No Poder.
Agora É Tarde Senhor. Caímos Em Tentação
A Luxúria E Ambição, O Coração Endurecido Do Farão Tomaram Nosso Coração.
Livrai-Nos do Mal Senhor
De Perder O Poder
Porque Se Perdermos Não Sei O Que Será De Nós
Lamentamos Porque Passamos A Achar
Que O Reino, O Poder E A Glória Pertençe A Nós
E Não Ao Povo E A Ti Senhor.
Esperamos Que A Justiça E O Povo Nas Próximas Eleições
Sejam tão Benevolentes E Perdoadores Como És Senhor
Porque do Contrário Estaremos No Inferno.
Amém
Será Que Temos Tem Santificado O Vosso Nome?
Temos Usado O Dinheiro Público Para A Instalação Do Seu Reino Na Terra?
E A Sua Vontade Tem Sido Feita
No Reino Dos Céus E No Seu Reino Em Esplanada?
O Pão Nosso Não demos com Geração De Empregos
Mas Com As Cestas Básicas E Feiras Semanais?
Perdoai Senhor Porque Foram Muitas As Ofensas A Ti Em Oito Nove Anos De Governo!
Infelizmente Não Temos Perdoado Os Nossos Inimigos
Usamos De Todos Os Meios Pra Nos Manter No Poder.
Agora É Tarde Senhor. Caímos Em Tentação
A Luxúria E Ambição, O Coração Endurecido Do Farão Tomaram Nosso Coração.
Livrai-Nos do Mal Senhor
De Perder O Poder
Porque Se Perdermos Não Sei O Que Será De Nós
Lamentamos Porque Passamos A Achar
Que O Reino, O Poder E A Glória Pertençe A Nós
E Não Ao Povo E A Ti Senhor.
Esperamos Que A Justiça E O Povo Nas Próximas Eleições
Sejam tão Benevolentes E Perdoadores Como És Senhor
Porque do Contrário Estaremos No Inferno.
Amém
SERÁ QUE O RECEIO E O DINHEIRO ACABARAM COM NOSSA INDIGNAÇÃO?
Diante de um gestor que abandonou o comércio, oprimiu os trabalhadores e praticou um assistencialismo escancarado, o povo de Esplanada, liderado pela classe produtiva desbancou do poder de forma democrática uma forma negativa de exercer o poder.
Assim, lastreados pela síntese ideológica do “RUIM COM ELE, PIOR SEM ELE” elegemos o atual grupo político pela segunda vez. Este mesmo grupo conseguiu fazer seu sucessor e de novo tememos a volta daquele que a opinião pública ainda que com seus interesses mal sustentados, condenou e julgou como um líder negativo para o povo de Esplanada.
Agora, cabem as perguntas: as esperanças de se ter um governo de origem popular, cujo slogan foi o demagógico “O POVO NO PODER” e que teve tantos recursos, foram atendidas? As promessas de um governo que não concentrasse renda nas mãos de uns poucos, que gerasse empregos, melhorasse a educação, a saúde e a infra-estrutura da cidade, foram cumpridas? Que avaliação fazem deste modelo de gestão, aqueles que o apóiam há nove anos?
Por ocasião da eleição de 2000, caminhões foram colocados durante a campanha nas ruas por ambos os adversários para insinuar a preocupação com a geração de empregos privados. Fato é que o atual grupo teve a chance real e recursos para gerar tais empregos. E não o fez. Por quê?
Como saíram do mesmo saco de farinha estes dois líderes têm suas semelhanças. A criação de pelo menos 1000 empregos diretos ao longo de 08 anos do gestor anterior, geraria a independência ideológica em pouco tempo, tanto do povo trabalhador como também da classe produtiva que passariam a depender menos das faturas da prefeitura.
O trabalhador por sua vez, teria renda digna, oriunda do seu labor e não teria que expor sua miséria ideológica e material no pedir diário de cestas básicas expostas cruelmente no programa de rádio do governo.
Por sua vez, prestadores de serviços e fornecedores de produtos, numa perversa inversão de valores, ficam a mendigar seus pagamentos a Prefeitura. Pagamentos estes que só são feitos regularmente e até com fatura em períodos eleitorais.
Passamos da total negação da possibilidade de renda através do maior consumidor a prefeitura, para ficarmos reféns de pagamentos chantagistas e manipuladores deste grupo político que colocamos no poder.
Está mais que na hora de jogarmos fora, esta moeda de faces iguais e superarmos esta dicotomia e corajosamente sustentarmos uma terceira via de gestão pública, que não repita os mesmos vícios destes dois grupos que se confrontam há muito tempo em Esplanada.
Há uma espécie de complementaridade entre eles. Não precisamos ficar reféns do receio de um e da manipulação material do outro. Podemos superar esta armadilha ideológica que nós mesmos criamos. O gato ensinou à onça seu pulo lateral e assim salvou a sua vida. Salvaremos da mesma forma nossa utopia, nosso sonho, nossa dignidade, se fizermos o mesmo que o gato desta anedota tão antiga e tão sábia.
As condições históricas e conjunturais estão dadas para que eles sejam superados. Mas para que determinadas condições mentais e materiais deixem de ser potência e virem fatos, é preciso a ação humana através dos setores médios e dos trabalhadores, os principais condutores de um processo eleitoral. A opção ideológica por uma terceira via, terá que ser feita pelo povo de Esplanada, sob pena de que nossos filhos herdem a armadilha que nós mesmos criamos.
Teremos que resgatar a mesma indignação pura, genuína que nos tornaram senhores da história política de Esplanada. O que é uma liderança política, senão a simbiose, a mistura entre liderado e liderando. Se reeditarmos este modelo, estaremos lhe dizendo amém, assim, o aprovando.
As situações não são iguais. Mas as facetas negativas apresentadas pelo atual grupo, tais como, autoritarismo, concentração de renda na mão de poucos, inadimplência sistemática, são capazes com certeza de gerar a mesma indignação de outrora.
É muito oportuna a máxima de Jesus onde ele faz a seguinte pergunta: DE QUE VALE AO HOMEM GANHAR O MUNDO DINHEIRO E PERDER A SUA ALMA? Com tal pergunta ele está a nos lembrar que nem toda a comida, nem todo o dinheiro, nem todo o poder, nem toda a concupiscência, pode satisfazer o homem. Existe algo de digno, de imaterial, de transcendental em nós, que muitos que usam a religião institucionalizada para benefício próprio, esqueceram que existe em seus corações.
Ari, O Iconoclasta. Esplanada, 30 de outubro de 2009, às 00h13min. ALISTE-SE NA CIDADANIA PARTICIPE E ACESSE O SITE DA ONG transparênciaesplanada.com.br. (Leia e comente outros textos no blog: arioiconoclasta.blogspot.com/
Assim, lastreados pela síntese ideológica do “RUIM COM ELE, PIOR SEM ELE” elegemos o atual grupo político pela segunda vez. Este mesmo grupo conseguiu fazer seu sucessor e de novo tememos a volta daquele que a opinião pública ainda que com seus interesses mal sustentados, condenou e julgou como um líder negativo para o povo de Esplanada.
Agora, cabem as perguntas: as esperanças de se ter um governo de origem popular, cujo slogan foi o demagógico “O POVO NO PODER” e que teve tantos recursos, foram atendidas? As promessas de um governo que não concentrasse renda nas mãos de uns poucos, que gerasse empregos, melhorasse a educação, a saúde e a infra-estrutura da cidade, foram cumpridas? Que avaliação fazem deste modelo de gestão, aqueles que o apóiam há nove anos?
Por ocasião da eleição de 2000, caminhões foram colocados durante a campanha nas ruas por ambos os adversários para insinuar a preocupação com a geração de empregos privados. Fato é que o atual grupo teve a chance real e recursos para gerar tais empregos. E não o fez. Por quê?
Como saíram do mesmo saco de farinha estes dois líderes têm suas semelhanças. A criação de pelo menos 1000 empregos diretos ao longo de 08 anos do gestor anterior, geraria a independência ideológica em pouco tempo, tanto do povo trabalhador como também da classe produtiva que passariam a depender menos das faturas da prefeitura.
O trabalhador por sua vez, teria renda digna, oriunda do seu labor e não teria que expor sua miséria ideológica e material no pedir diário de cestas básicas expostas cruelmente no programa de rádio do governo.
Por sua vez, prestadores de serviços e fornecedores de produtos, numa perversa inversão de valores, ficam a mendigar seus pagamentos a Prefeitura. Pagamentos estes que só são feitos regularmente e até com fatura em períodos eleitorais.
Passamos da total negação da possibilidade de renda através do maior consumidor a prefeitura, para ficarmos reféns de pagamentos chantagistas e manipuladores deste grupo político que colocamos no poder.
Está mais que na hora de jogarmos fora, esta moeda de faces iguais e superarmos esta dicotomia e corajosamente sustentarmos uma terceira via de gestão pública, que não repita os mesmos vícios destes dois grupos que se confrontam há muito tempo em Esplanada.
Há uma espécie de complementaridade entre eles. Não precisamos ficar reféns do receio de um e da manipulação material do outro. Podemos superar esta armadilha ideológica que nós mesmos criamos. O gato ensinou à onça seu pulo lateral e assim salvou a sua vida. Salvaremos da mesma forma nossa utopia, nosso sonho, nossa dignidade, se fizermos o mesmo que o gato desta anedota tão antiga e tão sábia.
As condições históricas e conjunturais estão dadas para que eles sejam superados. Mas para que determinadas condições mentais e materiais deixem de ser potência e virem fatos, é preciso a ação humana através dos setores médios e dos trabalhadores, os principais condutores de um processo eleitoral. A opção ideológica por uma terceira via, terá que ser feita pelo povo de Esplanada, sob pena de que nossos filhos herdem a armadilha que nós mesmos criamos.
Teremos que resgatar a mesma indignação pura, genuína que nos tornaram senhores da história política de Esplanada. O que é uma liderança política, senão a simbiose, a mistura entre liderado e liderando. Se reeditarmos este modelo, estaremos lhe dizendo amém, assim, o aprovando.
As situações não são iguais. Mas as facetas negativas apresentadas pelo atual grupo, tais como, autoritarismo, concentração de renda na mão de poucos, inadimplência sistemática, são capazes com certeza de gerar a mesma indignação de outrora.
É muito oportuna a máxima de Jesus onde ele faz a seguinte pergunta: DE QUE VALE AO HOMEM GANHAR O MUNDO DINHEIRO E PERDER A SUA ALMA? Com tal pergunta ele está a nos lembrar que nem toda a comida, nem todo o dinheiro, nem todo o poder, nem toda a concupiscência, pode satisfazer o homem. Existe algo de digno, de imaterial, de transcendental em nós, que muitos que usam a religião institucionalizada para benefício próprio, esqueceram que existe em seus corações.
Ari, O Iconoclasta. Esplanada, 30 de outubro de 2009, às 00h13min. ALISTE-SE NA CIDADANIA PARTICIPE E ACESSE O SITE DA ONG transparênciaesplanada.com.br. (Leia e comente outros textos no blog: arioiconoclasta.blogspot.com/
NADA DE NOVO NO FRONT
Toda vez que um novo governante é eleito, é natural que se criem expectativas positivas em seu governo. Passados doze longos meses do governo, o grupo do Sr. Aldemir, agora “liderado” por Sr. Diolando, já disse a que veio.
É um governo tampão, convenientemente dado a alguém cujo perfil não oferece nenhuma ameaça ao sr. Aldemir e ao seu grupo. Ao aumentar de propósito os defeitos do governo anterior, Sr. Diolando está claramente a serviço de um clima de “saudades” do governo do seu mentor político.
Passando mais tempo do que o outro já passava para pagar fornecedores e prestadores de serviços, cortando um pouco dos privilégios, deixando de fazer o assistencialismo sistemático do seu antecessor, está criando o clima de “VOLTA ALDEMIR”! A GENTE ERA FELIZ E NÃO SABIA!” Este quadro foi propositalmente forjado para que alguém com o perfil do Sr. Diolando o executasse. Sabidamente não é um político de formação e nem de vocação e tem cometidos erros infantis que assessores ou por falta de visão ou propositalmente alimentam.
A justificativa ideológica, ou seja, a falsa versão dada ao povo e repetida por aqueles que beneficiados pelo governo convenientemente defendem, é que reuniões orientadas por orações dirigidas a Deus, é que inspiraram ao Sr. Aldemir escolher Sr. Diolando para conduzir o executivo municipal. Chega de tanta apelação, afinal, nenhuma mentira perdura por muito tempo.
É verdade que houve certa redução tanto do fundo de participação como nos royaltyes, mas não o suficiente para ser usada como “CRISE” que impeça o pagamento de reajuste de salários e de investimentos. Nada que justifique a falta de condições para concluir o Centro de Abastecimento, o uso efetivo da nova Prefeitura, a melhoria das condições do Condomínio Cidade de Deus e encher as ruas de placas de “ESTAMOS EM OBRAS” para fazer “tapa-buracos” nos calçamentos e dar a impressão que Esplanada é um canteiro de obras! Nada disso. É apenas um jogo de cena.
Ameaçar os trabalhadores da prefeitura com demissões de concursados e efetivos é uma das maiores babaquices políticas desde grupo político. Como um governante que depende de votos, usa o medo do desemprego como instrumento de barganha numa negociação político-trabalhista? Vejamos se nas eleições legislativas e do governo do estado e do federal em 2010, este discurso vai continuar. Somente uma visão tacanha e autoritária e a serviço de tornar o ex-prefeito um grande líder. O que ele não é. É que justifica tais ações. Ele é apenas mais um homem do povo alienado que foi aliciado pelo estado burguês, tornando-se assim de oprimido em opressor. Aprendeu a usar o poder do dominador a serviço de si próprio, passando de dominado a dominador. Da mesma forma que fizemos a síntese ideológica imbecil do ROUBA, MAS FAZ em relação ao Carlismo, tão maléfico ou povo. Fizemos a síntese conformista e burra do RUIM COM ELE, PIOR SEM ELE. Fizemos a opção conformista, venal e conveniente para alguns de carregar a cruz, com momentos de refrigério, imposta pelo Aldemismo do que aturar a falta de plano de “salvação” do Grisismo!
A frase “PROFESSOR, A EDUCAÇÃO ESTÁ EM SUAS MÃOS” esclarece a opção do grupo do Sr. Aldemir no atual governo de jogar a responsabilidade da crise da educação local nas costas dos professores, enquanto este governo não oferece mínimas condições de trabalho e atrasa o pagamento dos ônibus fazendo com que os alunos faltem às aulas somente por falta de transporte! Professores têm imprimido provas em casas usando a impressora ou pago a xérox com recursos do próprio bolso. Portanto um governo, que não tem um projeto para melhoria da educação, teima em seguir manuais burocráticos do governo federal e estadual e é incapaz de garantir ao professor a reprografia de provas e atividades aos escolares, não pode responsabilizá-los sistematicamente pela crise na educação local.
Profissionais sem compromisso existem em qualquer ramo da atividade humana. Na educação também tem. Portanto, é reducionista e falso atribuir o mau aproveitamento do IDEB, somente aos professores.
Os apelos humanistas e cristãos iniciais foram substituídos pela “aplicação fria da lei”. Fria porque o Direito defende a ordem burguesa, capitalista. Esta ordem explora o homem. Se seguirmos a lei, estamos seguindo a ordem em que homem explora o outro. O problema é que a maioria dos direitos previstos em lei que beneficiam o povo são apenas metas, objetivos, sonhos, utopias... Não são realidade. Pra se tornarem reais não dependem da boa vontade de nenhum governante. Ou o povo pára de mendigar aquilo que lhe é de direito e passa a reivindicar ou então vai ser eternamente explorado e enganado pelos demagogos, pelos mentirosos de plantão que brotam nos grotões deste país que nem capim no pasto. Porque falsos políticos, falsos beatos e, falsos religiosos de todas as denominações que usam a religião para explorar o povo não falta. Na verdade, amam o poder e o dinheiro como qualquer mortal. No começo até entram no Estado Político ou no Estado Religioso (leia-se igrejas de todas as denominações) como políticos e/ou crentes sinceros, mas depois que descobrem o esquema da exploração do próximo, se tornam apenas mais um dos exploradores do povo.
Professor Ari, O Iconoclasta. Esplanada, 26 de novembro de 2009 às 20h33min. ALISTE-SE NA CIDADANIA PARTICIPE E ACESSE O SITE DA ONG transparenciaesplanada.com.br. (acesse o blog: arioiconoclasta.blogspot.com/ , leia e comente textos inéditos)
É um governo tampão, convenientemente dado a alguém cujo perfil não oferece nenhuma ameaça ao sr. Aldemir e ao seu grupo. Ao aumentar de propósito os defeitos do governo anterior, Sr. Diolando está claramente a serviço de um clima de “saudades” do governo do seu mentor político.
Passando mais tempo do que o outro já passava para pagar fornecedores e prestadores de serviços, cortando um pouco dos privilégios, deixando de fazer o assistencialismo sistemático do seu antecessor, está criando o clima de “VOLTA ALDEMIR”! A GENTE ERA FELIZ E NÃO SABIA!” Este quadro foi propositalmente forjado para que alguém com o perfil do Sr. Diolando o executasse. Sabidamente não é um político de formação e nem de vocação e tem cometidos erros infantis que assessores ou por falta de visão ou propositalmente alimentam.
A justificativa ideológica, ou seja, a falsa versão dada ao povo e repetida por aqueles que beneficiados pelo governo convenientemente defendem, é que reuniões orientadas por orações dirigidas a Deus, é que inspiraram ao Sr. Aldemir escolher Sr. Diolando para conduzir o executivo municipal. Chega de tanta apelação, afinal, nenhuma mentira perdura por muito tempo.
É verdade que houve certa redução tanto do fundo de participação como nos royaltyes, mas não o suficiente para ser usada como “CRISE” que impeça o pagamento de reajuste de salários e de investimentos. Nada que justifique a falta de condições para concluir o Centro de Abastecimento, o uso efetivo da nova Prefeitura, a melhoria das condições do Condomínio Cidade de Deus e encher as ruas de placas de “ESTAMOS EM OBRAS” para fazer “tapa-buracos” nos calçamentos e dar a impressão que Esplanada é um canteiro de obras! Nada disso. É apenas um jogo de cena.
Ameaçar os trabalhadores da prefeitura com demissões de concursados e efetivos é uma das maiores babaquices políticas desde grupo político. Como um governante que depende de votos, usa o medo do desemprego como instrumento de barganha numa negociação político-trabalhista? Vejamos se nas eleições legislativas e do governo do estado e do federal em 2010, este discurso vai continuar. Somente uma visão tacanha e autoritária e a serviço de tornar o ex-prefeito um grande líder. O que ele não é. É que justifica tais ações. Ele é apenas mais um homem do povo alienado que foi aliciado pelo estado burguês, tornando-se assim de oprimido em opressor. Aprendeu a usar o poder do dominador a serviço de si próprio, passando de dominado a dominador. Da mesma forma que fizemos a síntese ideológica imbecil do ROUBA, MAS FAZ em relação ao Carlismo, tão maléfico ou povo. Fizemos a síntese conformista e burra do RUIM COM ELE, PIOR SEM ELE. Fizemos a opção conformista, venal e conveniente para alguns de carregar a cruz, com momentos de refrigério, imposta pelo Aldemismo do que aturar a falta de plano de “salvação” do Grisismo!
A frase “PROFESSOR, A EDUCAÇÃO ESTÁ EM SUAS MÃOS” esclarece a opção do grupo do Sr. Aldemir no atual governo de jogar a responsabilidade da crise da educação local nas costas dos professores, enquanto este governo não oferece mínimas condições de trabalho e atrasa o pagamento dos ônibus fazendo com que os alunos faltem às aulas somente por falta de transporte! Professores têm imprimido provas em casas usando a impressora ou pago a xérox com recursos do próprio bolso. Portanto um governo, que não tem um projeto para melhoria da educação, teima em seguir manuais burocráticos do governo federal e estadual e é incapaz de garantir ao professor a reprografia de provas e atividades aos escolares, não pode responsabilizá-los sistematicamente pela crise na educação local.
Profissionais sem compromisso existem em qualquer ramo da atividade humana. Na educação também tem. Portanto, é reducionista e falso atribuir o mau aproveitamento do IDEB, somente aos professores.
Os apelos humanistas e cristãos iniciais foram substituídos pela “aplicação fria da lei”. Fria porque o Direito defende a ordem burguesa, capitalista. Esta ordem explora o homem. Se seguirmos a lei, estamos seguindo a ordem em que homem explora o outro. O problema é que a maioria dos direitos previstos em lei que beneficiam o povo são apenas metas, objetivos, sonhos, utopias... Não são realidade. Pra se tornarem reais não dependem da boa vontade de nenhum governante. Ou o povo pára de mendigar aquilo que lhe é de direito e passa a reivindicar ou então vai ser eternamente explorado e enganado pelos demagogos, pelos mentirosos de plantão que brotam nos grotões deste país que nem capim no pasto. Porque falsos políticos, falsos beatos e, falsos religiosos de todas as denominações que usam a religião para explorar o povo não falta. Na verdade, amam o poder e o dinheiro como qualquer mortal. No começo até entram no Estado Político ou no Estado Religioso (leia-se igrejas de todas as denominações) como políticos e/ou crentes sinceros, mas depois que descobrem o esquema da exploração do próximo, se tornam apenas mais um dos exploradores do povo.
Professor Ari, O Iconoclasta. Esplanada, 26 de novembro de 2009 às 20h33min. ALISTE-SE NA CIDADANIA PARTICIPE E ACESSE O SITE DA ONG transparenciaesplanada.com.br. (acesse o blog: arioiconoclasta.blogspot.com/ , leia e comente textos inéditos)
O ASSISTENTE SOCIAL E A CONTEMPORANEIDADE
O desafio da chamada Contemporaneidade, é o desafio da contradição da relação entre capital e trabalho, que vem se processando ao longo dos últimos trezentos anos.
“Este confronto passou por transformações, onde o papel do Estado como ‘mediador” da relação capital x trabalho, ora é estimulada, ora rechaçada. Sem que isso impeça a sua função de reproduzir as relações de exploração em que o estado burguês está estruturalmente proposto.
Durante o século passado, após a fase de acumulação primitiva e a fase do neoliberalismo, contemporâneo da Revolução Industrial, o capitalismo propôs o Bem-Estar Social, tendo o Estado como agente, processo este, provocado pelo pós-guerra, a Revolução Socialista Soviética e a progressiva politização da classe proletária.
A ação assistencialista do Estado, é uma das facetas do capital, para propor um freio a possíveis opções de acabar com seu domínio.
A função de Serviço Social entre outras funções sociais do Estado se insere neste contexto. O estado burguês preocupado em dirimir o confronto de classes através de uma política assistencialista.
O profissional do Serviço Social no Brasil, precisar passar por um processo de politização. Os dados recentes demonstram que o profissional de Serviço Social, tem baixo nível de conscientização política. Um mero profissional desta área está inserido numa estrutura de Estado burguês e não pode ser responsabilizado como classe, pela mudança da orientação assistencialista e reprodutora de relações de dominação.
É uma luta muito mais ampla juntamente a outros profissionais envolvidos na condição de trabalhadores do estado que podem mudar este estado de coisas.
O desenvolvimento da noção de cidadania junto à onipresença da coisa pública tornou o estado nos tempos moderno, o palco da luta de classes. Não se pode crer que pequenos grupos de profissionais do Serviço Social, no estado burguês e hegemônico no Brasil, em pequenas cidades, ou mesmo a nível estadual, possa mudar sozinhos a orientação meramente assistencialista.
A reorientação do estado burguês faz parte de uma luta bem ampla, onde o profissional de Serviço Social poderá ser apenas um parceiro. Um parceiro em dois níveis. O nível da atuação classista e o nível da ação individual cotidiana. Um dado novo se insere na discussão da Contemporaneidade em que o poderio da subjetividade, da ética, da ação individual, circunscrita no espaço de atuação do sujeito moderno, família, trabalho e em todas suas expressões cotidianas, na rua, no lazer, como catalisadora da transformação das relações sociais
“Este confronto passou por transformações, onde o papel do Estado como ‘mediador” da relação capital x trabalho, ora é estimulada, ora rechaçada. Sem que isso impeça a sua função de reproduzir as relações de exploração em que o estado burguês está estruturalmente proposto.
Durante o século passado, após a fase de acumulação primitiva e a fase do neoliberalismo, contemporâneo da Revolução Industrial, o capitalismo propôs o Bem-Estar Social, tendo o Estado como agente, processo este, provocado pelo pós-guerra, a Revolução Socialista Soviética e a progressiva politização da classe proletária.
A ação assistencialista do Estado, é uma das facetas do capital, para propor um freio a possíveis opções de acabar com seu domínio.
A função de Serviço Social entre outras funções sociais do Estado se insere neste contexto. O estado burguês preocupado em dirimir o confronto de classes através de uma política assistencialista.
O profissional do Serviço Social no Brasil, precisar passar por um processo de politização. Os dados recentes demonstram que o profissional de Serviço Social, tem baixo nível de conscientização política. Um mero profissional desta área está inserido numa estrutura de Estado burguês e não pode ser responsabilizado como classe, pela mudança da orientação assistencialista e reprodutora de relações de dominação.
É uma luta muito mais ampla juntamente a outros profissionais envolvidos na condição de trabalhadores do estado que podem mudar este estado de coisas.
O desenvolvimento da noção de cidadania junto à onipresença da coisa pública tornou o estado nos tempos moderno, o palco da luta de classes. Não se pode crer que pequenos grupos de profissionais do Serviço Social, no estado burguês e hegemônico no Brasil, em pequenas cidades, ou mesmo a nível estadual, possa mudar sozinhos a orientação meramente assistencialista.
A reorientação do estado burguês faz parte de uma luta bem ampla, onde o profissional de Serviço Social poderá ser apenas um parceiro. Um parceiro em dois níveis. O nível da atuação classista e o nível da ação individual cotidiana. Um dado novo se insere na discussão da Contemporaneidade em que o poderio da subjetividade, da ética, da ação individual, circunscrita no espaço de atuação do sujeito moderno, família, trabalho e em todas suas expressões cotidianas, na rua, no lazer, como catalisadora da transformação das relações sociais
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